COQUETECLANDO
O seu welcome drink virtual com Heitor Silva!Arquivo para Setembro 2, 2007
Empreendedorismo, ousadia e oportunidade.
Roupa suja se lava em casa, correto? Não, de acordo com o ponto de vista mercadológico da hoteleira Graziela Zanin, Gerente do L.S. Hotel e Sócia-proprietária da La Padoca.Com, ambos empreendimentos localizados no município de Águas de São Pedro, interior do Estado de São Paulo.
Com um público universitário em potencial e a necessidade em disponibilizar aos moradores da cidade uma padaria de excelente qualidade, oportunidade e criatividade tornaram – se aliados de uma generosa pitada de empreendedorismo, resultando em um investimento inovador. É assim a La Padoca.Com, uma sofisticada e aconchegante padaria e confeitaria, que possui ainda uma pequena lavanderia expressa e computadores com acesso à Internet, dividindo as atenções da clientela de maneira harmônica e conveniente.
Trocando em miúdos: Você entra para lavar e secar suas roupas (até 11Kg por vez, com sabão e amaciante por conta da casa) em apenas uma hora e trinta minutos (1:30h) e acaba seduzido por um delicioso café expresso ou chocolate quente, pelas mais diversas iguarias disponíveis nas vitrines e ainda lê as últimas notícias do mundo em tempo real.

O espaço ainda oferece conexão wireless para lap tops e uma estante com jornais e revistas para aqueles que querem passar o tempo, enquanto as modernas máquinas cuidam de lavar e secar as “roupitchas” sujas!
Semana da pátria.
Aqui no COQUETECLANDO! também celebramos a Semana da Pátria, que começou ontem dia 1º de Setembro! Por isso, vamos falar sobre dois “manjares” que seduzem o paladar da maioria dos brasileiros.
Ontem mesmo, conversava com um amigo sobre a identidade gastronômica brasileira dentro da cozinha internacional, seja aqui mesmo dentro do nosso imenso território, ou no exterior.
Dizia a ele que levava em consideração dois fatores para formar a minha opinião: A alta tecnologia do segmento alimentício, que vêm contribuindo para o desenvolvimento do segmento no país, e um sem número de profissionais (assim como quem vos escreve) que têm se interessado pela capacitação e especialização no assunto.
Mesmo assim, por mais intenso que seja esse momento de transição tecnológica e criativa das cozinhas brasileiras, FEIJOADA E CAIPIRINHA continuam sendo nossa assinatura, a nossa marca registrada, ou seja, duas receitas tipicamente “brasucas”, o nosso carro-chefe!
Graças aos escravos, que “inventaram” a receita do prato dentro das senzalas, hoje podemos nos deliciar diante desta iguaria das mais diferentes formas possíveis.
Portanto, se ela for light, com ingredientes separados ou originalmente misturados, servida em um requintado ambiente de um hotel ou até mesmo em um bom buteco de esquina, sirva-se à vontade e faça a festa! Ah! E não se sinta acanhado com as calorias.
Falando em Feijoada, aproveito a oportunidade para lembrar os amigos do esporte, que a contagem regressiva para a Feijoada do Maranhão já começou! A décima sexta edição do evento acontece dia 15 de setembro e promete mais uma vez abalar as estruturas do BH Othon Palace, com muita gente bonita no pedaço é claro.
O evento acontece em Belo Horizonte (para você leitor de outra cidade ou estado que pretigia o lançamento do meu blog ficar por dentro) e possui disponível um link com maiores informações. Basta clicar no endereço localizado na última colouna, ao lado direito, do Blog COQUETECLANDO!Aproveite para conhecer a história do evento que é muito bacana (mas na época não foi tão bacana assim né Maranhão?)!
Já a nossa gloriosa caipirinha, que tem como principal componente a inigualável, única e especialíssima cachaça,(falaremos sobre nossa estimadíssima bebida em outras postagens com mais detalhes) sofre com a ausência de padronização em seu preparo, nos mais diversos bares brasileiros.
Mas vamos falar de coisas boas, afinal, a origem do nome de nosso coquetel número um é muito interessante!
Imagine-se na época de Monteiro Lobato, (que me perdoem as crianças do Sítio do Pica-Pau Amarelo) onde os caipiras (nome originado do termo indígena “caipora” para designar os habitantes do campo de antigamente) tomavam aguardente com rodelas de limão e açúcar. Como todo bom brasileiro, às vezes nossos Jecas Tatus passavam um pouco do ponto, se é que vocês me entendem.
Pois então…não é que no caminho de volta pra casa (ou de acordo com o nível etílico, algo parecido com caminho) o efeito das incontáveis “biritas” faziam aparecer no imaginário dos nossos amigos da campo diversos “Curupirinhas” (pesquise Curupira, termo do folclore brasileiro) ?
Curupirinhas, logo, Caipirinha, captou?
POR ISSO, VIVA A FEIJOADA, VIVA A CAIPIRINHA E VIVA O BRASIL!
E VIVA MONTEIRO LOBATO TAMBÉM NÉ PÔ!
Até o próximo post amigos!
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