COQUETECLANDO

O seu welcome drink virtual com Heitor Silva!

Arquivo para Setembro 26, 2007

Um aperitivo do ecoturismo de Brotas.

          Sabe aqueles domingos em que você é refém da preguiça, do sofá da sala e dos intermináveis programas de T.V. sem conteúdo?  Sim amigos e amigas do esporte…Eles, os domingos, ainda existem e sempre irão existir, não é mesmo?

preguica.jpg 

        Ainda bem que neste mundo globalizado (onde os valores como família, respeito e tolerância estão indo por água abaixo), ainda podemos contar com aqueles amigos verdadeiros, que surgem na nossa vida e acabam nos proporcionando momentos inesquecíveis e de intenso deleite. Foi o que aconteceu neste último domingo, dia 23/09/2007.

amigos.jpg

        A convite da minha mais nova amiga da pós-graduação, a Tecnóloga em Hotelaria pela Faculdade Senac-SP Fabiana Luchiari, fizemos uma “trip” à Cachoeira do Astor, localizada no município de Brotas – SP, famoso por seus atrativos naturais e pela referência na prática das mais diversas modalidades de esportes de aventura (com todo respeito ao cantor Daniel).

brotas-cachoeira-do-astor-070.jpg

        Apesar de não ser manejada pelas diretrizes de uma Região Particular do Patrimônio Natural – RPPN – a cachoeira e seus arredores são muito bem administrados pelos proprietários, Sra. Esperanza e Sr. Felippe, respectivamente, nora e neto do Sr. Felippe Speranza, imigrante italiano radicado nas fazendas de café do município de Brotas – SP em meados do Séc. XVIII e fundador da Fazenda Cassorova, local onde se encontra a belíssima queda d’água.

brotas-cachoeira-do-astor-100.jpg

        Segundo informações dos mesmos, a Cachoeira do Astor é o marco inicial do Turismo em Brotas e recebe em torno de cinqüenta a oitenta visitantes entre sábados e domingos da alta temporada. Não é permitida a realização de churrascos e derivados na região, mas acredito que a inclusão de pequenas iniciativas poderá contribuir ainda mais para a preservação do local.   

preservar.jpg

        Depois de curtir uma energia muito positiva e descansar a mente fomos embora, não antes de me apresentar aos gestores da Fazenda e pedir a autorização deles para a publicação das fotos e da matéria aqui no COQUETECLANDO! Os leitores e o Turismo saíram ganhando mais uma vez!brotas-cachoeira-do-astor-085.jpg 

Críticas, elogios e sugestões?

Deixe seu comentário abaixo ou envie um e-mail para coqueteclando@gmail.com Sua opinião é importante!

Crepe caseiro: Um convite à diversão.

           Para você que curte receber os amigos em casa e, “quase” sempre, acaba optando pela delicatessen mais próxima e delivery’s da vida, aí vai a dica: Leve suas visitas para a cozinha, pegue o seu avental de estimação (ou aquele que seu cliente, fornecedor, etc. te deu de presente e você nunca usa) e prepare-se para a diversão!

        Esqueça desde já os utensílios complexos que a cozinha lhe oferece, pois, as principais características de um bom crepe caseiro são sua informalidade, praticidade, criatividade e limpeza, considerando principalmente que a louça suja (HUNF!) pós “mini-evento” vai acabar sobrando para você, amigo anfitrião e, no máximo, para aquele seu amigo bacana que sempre se habilita a ajudá-lo.

MÃOS À OBRA!

        Para preparar a receita que rende (em média) dez crepes, utilize um batedor manual para misturar, em uma tigela média, três ovos, dez colheres de sopa cheias de farinha de trigo e, inicialmente, 300 ML de leite integral. Vale lembrar que, para a massa alcançar o seu aspecto ideal (cremosa), você deverá acrescentar aos poucos uma pequena quantia extra de leite.

        RESUMINDO: o processo de preparo da massa é rápido e semelhante ao da panqueca caseira (para não dizer idêntico). Normalmente, não utilizo sal, pois os ingredientes do recheio automaticamente assumem esta função.

        Mas se você for “tarado” pelo mesmo, ou ainda acredita naquela teoria do seu primeiro professor de química (de que o consumo de iodo reduz o risco do bócio endêmico), fique à vontade.

         DICA: Utilize frigideira de teflon, caso contrário prepare-se para o “raspa-raspa”, que irá interferir na qualidade do prato e no tempo gasto de preparo.  Faça um crepe de cada vez para servi-lo aquecido e curtir o ambiente descontraído de sua nova sala-de-estar.

        Existem inúmeras possibilidades para o recheio, tanto salgadas quanto doces. Geléias, requeijão (tradicional, cheddar) tomate, presunto, mussarela, folhas, chocolate, dentre outros ingredientes, são os que costumo utilizar.

SUGESTÕES COQUETECLANDO!

Salgado: CREPE INCRÍVEL RÚCULA.

 

   Coloque uma concha média cheia de massa na frigideira e faça com que ela ocupe o círculo interno que ficará sobre o calor do fogo (sempre baixo). Espere o tempo suficiente para que ela possa assar e dourar dos dois lados.

        Aqui vem a pitada de diversão, pois com a prática, você vai começar a perceber que é possível realizar aquele antigo sonho de jogar a massa pro alto e se achar “o” gourmet!

 

        Quando a massa estiver pronta para receber o recheio, espalhe o requeijão em uma das metades do crepe, coloque duas fatias de mussarela, uma de presunto, dois pedaços de tomate seco e algumas folhas de rúcula (tudo isso na própria frigideira).

        Feito isso, dobre as extremidades para fechá-lo. Quando o queijo estiver derretido, retire a frigideira do fogo e sirva. Coloque azeite à gosto e bonapetité!

O QUE BEBER?

 

        Vinhos Chardonay ou Sauvignon Blanc são boas pedidas. Para os adeptos e fãs das “Champãs” e espumantes, as “demi-sec” ou “Brut” costumam surpreender os paladares mais exigentes.

Doce: CREPE DE FAMBROESA COM BRIGADEIRO.

    

        Siga o mesmo procedimento de preparo da massa (explicado anteriormente). Espalhe gentilmente, em uma das metades do crepe, geléia de framboesa (aqui não tenho como deixar de fazer um “merchã”: GELÉIA QUEENSBERRY, SIMPLESMENTE SENSACIONAL!) e, na outra, um pouco do tradicional brigadeiro de panela que as mulheres adoram. Cuidado para não exagerar no chocolate, caso contrário, a iguaria pode se tornar enjoativa.

Quer mais sugestões?

Falei difícil?

Escreva para coqueteclando@gmail.com

Aceita-se inclusive convites para programas de imersão em cobaias de degustação gastronômica!

O assunto é Saquê, Sacou?

        Resolvi que escreveria sobre o saquê na semana passada, quando estava em uma casa de lanches e petiscos aqui de Águas de São Pedro (Uncle Dito Lanches e Petiscos, onde o proprietário é o simpático, hospitaleiro e também ex-tripulante Lelo), e vi uma garrafa de saquê na prateleira de destilados do bartender.

        Decidi, no entanto, que não iria enfatizar o caráter técnico da bebida, pelo fato de ter algumas recentes e interessantes experiências práticas com ela.

SENTA QUE LÁ VEM A HISTÓRIA!

        Tive o privilégio de degustar pela primeira vez a famosa bebida oriental (produto final do processo de fermentação do arroz) há dois anos atrás, quando cursava a disciplina de alimentos e bebidas na faculdade.

        Nesta oportunidade, realizávamos um trabalho sobre a gastronomia de alguns países e o Japão foi cuidadosamente escolhido pelo grupo o qual eu integrava.

OITO MESES DEPOIS…

        Eu já estava formado e integrava a tripulação do navio de Cruzeiros Island Escape como garçom.

        Estávamos ancorados em Ilhabela, litoral norte do Estado de São Paulo, e naquele dia eu estava determinado (minto, desesperado!) a encontrar um restaurante japonês para almoçar, afinal, a comida servida ao chão de fábrica dificilmente agradava a todos.

        Mal sabia eu, que iria me deparar com um estabelecimento que tinha CAIPIROSKA DE SAQUÊ em seu cardápio.

  UAU! 

 

      No início fiquei um pouco surpreso, mas confesso que foi uma experiência e tanto ao meu paladar.

        Estava começando a aprender um pouco mais sobre a arte dos coquetéis e jamais imaginei que uma bebida de tradições milenares, vinda do outro lado do mundo, poderia harmonizar tão perfeitamente com os ingredientes que o nosso clima tropical oferece, a começar pelas frutas.  

        Limão, morango, abacaxi, maracujá, caju, etc. podem ser utilizadas para compor o delicioso drink (que tem milhares de nomes: Saquerita, Saquerinha, Caipiroska de Saquê, etc), mas recomendo também o kiwi, que apesar de não ser originalmente uma fruta brasileira, apresenta um sabor ímpar e tem seu apelo naturalmente decorativo para quase todos os coquetéis.

DE VOLTA AO PRESENTE

        Coincidência ou não, o Lelo me contou que quando morava no Colorado (E.U.A.) há poucos anos atrás, ele trabalhou no projeto de montagem e abertura de um Sushi Bar, a convite de uma amiga norte-americana.

        De repente, não é que ele me tira da cartola um cardápio do LOBAR, (diga-se de passagem, com um layout de primeiríssima qualidade) que ele trouxe de recordação!!!???

        Pra vocês leitores verem como é bacana o intercâmbio que o mundo dos coquetéis têm me proporcionado, acabei me deparando com a receita do SAKE-TINI, um Martini de saquê. O interessante são os ingredientes e o preparo do drink:

        Premium gin, saquê gelado, ambos servidos em um Martini glass (copo para martinis) pré – resfriado, junto de algumas rodelas de pepino descascado e gergelim preto como gran finale.

Sem mais…SAYONARA!

Gostou da matéria? Quer saber mais sobre o Saquê e conhecer o site do Restaurante Lobar?

Acesse os links disponíveis ao lado direito superior da página principal de COQUETECLANDO!

E não se esqueça também, de deixar seus comentários, críticas e sugestões!

É só clicar abaixo em comentários e redigir suas palavras dentro da caixa de texto!