COQUETECLANDO

O seu welcome drink virtual com Heitor Silva!

Crepe caseiro: Um convite à diversão.

           Para você que curte receber os amigos em casa e, “quase” sempre, acaba optando pela delicatessen mais próxima e delivery’s da vida, aí vai a dica: Leve suas visitas para a cozinha, pegue o seu avental de estimação (ou aquele que seu cliente, fornecedor, etc. te deu de presente e você nunca usa) e prepare-se para a diversão!

        Esqueça desde já os utensílios complexos que a cozinha lhe oferece, pois, as principais características de um bom crepe caseiro são sua informalidade, praticidade, criatividade e limpeza, considerando principalmente que a louça suja (HUNF!) pós “mini-evento” vai acabar sobrando para você, amigo anfitrião e, no máximo, para aquele seu amigo bacana que sempre se habilita a ajudá-lo.

MÃOS À OBRA!

        Para preparar a receita que rende (em média) dez crepes, utilize um batedor manual para misturar, em uma tigela média, três ovos, dez colheres de sopa cheias de farinha de trigo e, inicialmente, 300 ML de leite integral. Vale lembrar que, para a massa alcançar o seu aspecto ideal (cremosa), você deverá acrescentar aos poucos uma pequena quantia extra de leite.

        RESUMINDO: o processo de preparo da massa é rápido e semelhante ao da panqueca caseira (para não dizer idêntico). Normalmente, não utilizo sal, pois os ingredientes do recheio automaticamente assumem esta função.

        Mas se você for “tarado” pelo mesmo, ou ainda acredita naquela teoria do seu primeiro professor de química (de que o consumo de iodo reduz o risco do bócio endêmico), fique à vontade.

         DICA: Utilize frigideira de teflon, caso contrário prepare-se para o “raspa-raspa”, que irá interferir na qualidade do prato e no tempo gasto de preparo.  Faça um crepe de cada vez para servi-lo aquecido e curtir o ambiente descontraído de sua nova sala-de-estar.

        Existem inúmeras possibilidades para o recheio, tanto salgadas quanto doces. Geléias, requeijão (tradicional, cheddar) tomate, presunto, mussarela, folhas, chocolate, dentre outros ingredientes, são os que costumo utilizar.

SUGESTÕES COQUETECLANDO!

Salgado: CREPE INCRÍVEL RÚCULA.

 

   Coloque uma concha média cheia de massa na frigideira e faça com que ela ocupe o círculo interno que ficará sobre o calor do fogo (sempre baixo). Espere o tempo suficiente para que ela possa assar e dourar dos dois lados.

        Aqui vem a pitada de diversão, pois com a prática, você vai começar a perceber que é possível realizar aquele antigo sonho de jogar a massa pro alto e se achar “o” gourmet!

 

        Quando a massa estiver pronta para receber o recheio, espalhe o requeijão em uma das metades do crepe, coloque duas fatias de mussarela, uma de presunto, dois pedaços de tomate seco e algumas folhas de rúcula (tudo isso na própria frigideira).

        Feito isso, dobre as extremidades para fechá-lo. Quando o queijo estiver derretido, retire a frigideira do fogo e sirva. Coloque azeite à gosto e bonapetité!

O QUE BEBER?

 

        Vinhos Chardonay ou Sauvignon Blanc são boas pedidas. Para os adeptos e fãs das “Champãs” e espumantes, as “demi-sec” ou “Brut” costumam surpreender os paladares mais exigentes.

Doce: CREPE DE FAMBROESA COM BRIGADEIRO.

    

        Siga o mesmo procedimento de preparo da massa (explicado anteriormente). Espalhe gentilmente, em uma das metades do crepe, geléia de framboesa (aqui não tenho como deixar de fazer um “merchã”: GELÉIA QUEENSBERRY, SIMPLESMENTE SENSACIONAL!) e, na outra, um pouco do tradicional brigadeiro de panela que as mulheres adoram. Cuidado para não exagerar no chocolate, caso contrário, a iguaria pode se tornar enjoativa.

Quer mais sugestões?

Falei difícil?

Escreva para coqueteclando@gmail.com

Aceita-se inclusive convites para programas de imersão em cobaias de degustação gastronômica!

O assunto é Saquê, Sacou?

        Resolvi que escreveria sobre o saquê na semana passada, quando estava em uma casa de lanches e petiscos aqui de Águas de São Pedro (Uncle Dito Lanches e Petiscos, onde o proprietário é o simpático, hospitaleiro e também ex-tripulante Lelo), e vi uma garrafa de saquê na prateleira de destilados do bartender.

        Decidi, no entanto, que não iria enfatizar o caráter técnico da bebida, pelo fato de ter algumas recentes e interessantes experiências práticas com ela.

SENTA QUE LÁ VEM A HISTÓRIA!

        Tive o privilégio de degustar pela primeira vez a famosa bebida oriental (produto final do processo de fermentação do arroz) há dois anos atrás, quando cursava a disciplina de alimentos e bebidas na faculdade.

        Nesta oportunidade, realizávamos um trabalho sobre a gastronomia de alguns países e o Japão foi cuidadosamente escolhido pelo grupo o qual eu integrava.

OITO MESES DEPOIS…

        Eu já estava formado e integrava a tripulação do navio de Cruzeiros Island Escape como garçom.

        Estávamos ancorados em Ilhabela, litoral norte do Estado de São Paulo, e naquele dia eu estava determinado (minto, desesperado!) a encontrar um restaurante japonês para almoçar, afinal, a comida servida ao chão de fábrica dificilmente agradava a todos.

        Mal sabia eu, que iria me deparar com um estabelecimento que tinha CAIPIROSKA DE SAQUÊ em seu cardápio.

  UAU! 

 

      No início fiquei um pouco surpreso, mas confesso que foi uma experiência e tanto ao meu paladar.

        Estava começando a aprender um pouco mais sobre a arte dos coquetéis e jamais imaginei que uma bebida de tradições milenares, vinda do outro lado do mundo, poderia harmonizar tão perfeitamente com os ingredientes que o nosso clima tropical oferece, a começar pelas frutas.  

        Limão, morango, abacaxi, maracujá, caju, etc. podem ser utilizadas para compor o delicioso drink (que tem milhares de nomes: Saquerita, Saquerinha, Caipiroska de Saquê, etc), mas recomendo também o kiwi, que apesar de não ser originalmente uma fruta brasileira, apresenta um sabor ímpar e tem seu apelo naturalmente decorativo para quase todos os coquetéis.

DE VOLTA AO PRESENTE

        Coincidência ou não, o Lelo me contou que quando morava no Colorado (E.U.A.) há poucos anos atrás, ele trabalhou no projeto de montagem e abertura de um Sushi Bar, a convite de uma amiga norte-americana.

        De repente, não é que ele me tira da cartola um cardápio do LOBAR, (diga-se de passagem, com um layout de primeiríssima qualidade) que ele trouxe de recordação!!!???

        Pra vocês leitores verem como é bacana o intercâmbio que o mundo dos coquetéis têm me proporcionado, acabei me deparando com a receita do SAKE-TINI, um Martini de saquê. O interessante são os ingredientes e o preparo do drink:

        Premium gin, saquê gelado, ambos servidos em um Martini glass (copo para martinis) pré – resfriado, junto de algumas rodelas de pepino descascado e gergelim preto como gran finale.

Sem mais…SAYONARA!

Gostou da matéria? Quer saber mais sobre o Saquê e conhecer o site do Restaurante Lobar?

Acesse os links disponíveis ao lado direito superior da página principal de COQUETECLANDO!

E não se esqueça também, de deixar seus comentários, críticas e sugestões!

É só clicar abaixo em comentários e redigir suas palavras dentro da caixa de texto!

Bem-vindos ao Blog Coqueteclando!

     Após oito anos de intenso aprendizado nos mais diversos segmentos do Turismo, tenho o grande prazer em lhes dar as boas-vindas ao meu blog profissional, COQUETECLANDO!

    Tenho plena consciência de que não sou e nunca serei o único humano a poder dizer essas palavras, mas é gratificante ter somado ao meu currículo, em tão curto espaço de tempo, experiências fantásticas, talvez nunca imaginadas.

    Sobrevoar os Andes chilenos e conhecer sua hotelaria cravada no coração da montanha a 3.000 metros de altitude; atravessar duas vezes o oceano tripulando um navio transatlântico como garçom (e às vezes bartender), visitar destinos exóticos e famosos dos mares Mediterrâneo e Adriático, vivenciar um pouco da atividade turística em diversas regiões do Brasil e do globo (no total, 15 países em 3 diferentes continentes) e ainda navegar por quase todo litoral tupiniquim, acompanhando de perto os bastidores e o funcionamento de uma mega estrutura de hospedagem e entretenimento flutuante, que são os navios de cruzeiro marítimo.

    Chegou a hora de respirar fundo e partir para mais uma aventura, desta vez mais moderada e acadêmica (eu diria um tanto quanto). O destino é o município de Águas de São Pedro, no interior paulista, e o desafio é uma especialização latu sensu em gestão de negócios do segmento de alimentação, na Universidade Senac.

    O curso terá a duração de um ano e irei utilizar COQUETECLANDO como forte aliado no compartilhamento de informações ligadas à Gastronomia e Turismo de forma geral mas, o grande atrativo serão as atividades ligadas ao serviço de bar, pelo qual tenho paixão. Assuntos como coquetéis, drinks, breve histórico das bebidas, profissão bartender, links interessantes, etc. serão sempre publicados.

    O objetivo ainda é fazer deste canal, minha ferramenta de comunicação com o mercado de turismo (em especial o trade de Belo Horizonte) e o ambiente acadêmico, favorecendo assim novas oportunidades de aprendizado,pesquisa, negócios, networking e “de quebra” a receita de seu próximo drink!

    Portanto, se você é hoteleiro, restauranteur, agente de viagens, organizador de eventos, turismólogo, prestador de serviços ligados à atividade, universitário, ou simplesmente se identifica com o tema, SEJA MUITO BEM-VINDO AO COQUETECLANDO! O SEU WELCOME DRINK VIRTUAL!  

Um forte abraço!

Heitor Silva

Editor

Empreendedorismo, ousadia e oportunidade.

    Roupa suja se lava em casa, correto? Não, de acordo com o ponto de vista mercadológico da hoteleira Graziela Zanin, Gerente do L.S. Hotel e Sócia-proprietária da La Padoca.Com, ambos empreendimentos localizados no município de Águas de São Pedro, interior do Estado de São Paulo.

la-padocacom-001.jpg 

    Com um público universitário em potencial e a necessidade em disponibilizar aos moradores da cidade uma padaria de excelente qualidade, oportunidade e criatividade tornaram – se aliados de uma generosa pitada de empreendedorismo, resultando em um investimento inovador. É assim a La Padoca.Com, uma sofisticada e aconchegante padaria e confeitaria, que possui ainda uma pequena lavanderia expressa e computadores com acesso à Internet, dividindo as atenções da clientela de maneira harmônica e conveniente.

la-padocacom-003.jpg 

    Trocando em miúdos: Você entra para lavar e secar suas roupas (até 11Kg por vez, com sabão e amaciante por conta da casa) em apenas uma hora e trinta minutos (1:30h) e acaba seduzido por um delicioso café expresso ou chocolate quente, pelas mais diversas iguarias disponíveis nas vitrines e ainda lê as últimas notícias do mundo em tempo real.

la-padocacom-004.jpg

 la-padocacom-005.jpg 

la-padocacom-012.jpg 

la-padocacom-010.jpg 

    O espaço ainda oferece conexão wireless para lap tops e uma estante com jornais e revistas para aqueles que querem passar o tempo, enquanto as modernas máquinas cuidam de lavar e secar as “roupitchas” sujas! 

info: atendimento@lapadoca.com.br

Semana da pátria.

            Aqui no COQUETECLANDO! também celebramos a Semana da Pátria, que começou ontem dia 1º de Setembro!  Por isso, vamos falar sobre dois “manjares” que seduzem o paladar da maioria dos brasileiros.

bandeira-do-brasil.jpg 

    Ontem mesmo, conversava com um amigo sobre a identidade gastronômica brasileira dentro da cozinha internacional, seja aqui mesmo dentro do nosso imenso território, ou no exterior.

    Dizia a ele que levava em consideração dois fatores para formar a minha opinião: A alta tecnologia do segmento alimentício, que vêm contribuindo para o desenvolvimento do segmento no país, e um sem número de profissionais (assim como quem vos escreve) que têm se interessado pela capacitação e especialização no assunto.

    Mesmo assim, por mais intenso que seja esse momento de transição tecnológica e criativa das cozinhas brasileiras, FEIJOADA E CAIPIRINHA continuam sendo nossa assinatura, a nossa marca registrada, ou seja, duas receitas tipicamente “brasucas”, o nosso carro-chefe!

feijao.jpg 

    Graças aos escravos, que “inventaram” a receita do prato dentro das senzalas, hoje podemos nos deliciar diante desta iguaria das mais diferentes formas possíveis.

    Portanto, se ela for light, com ingredientes separados ou originalmente misturados, servida em um requintado ambiente de um hotel ou até mesmo em um bom buteco de esquina, sirva-se à vontade e faça a festa! Ah! E não se sinta acanhado com as calorias. feijoada-mar-1.jpg 

    Falando em Feijoada, aproveito a oportunidade para lembrar os amigos do esporte, que a contagem regressiva para a Feijoada do Maranhão já começou! A décima sexta edição do evento acontece dia 15 de setembro e promete mais uma vez abalar as estruturas do BH Othon Palace, com muita gente bonita no pedaço é claro.

    O evento acontece em Belo Horizonte (para você leitor de outra cidade ou estado que pretigia o lançamento do meu blog ficar por dentro) e possui disponível um link com maiores informações. Basta clicar no endereço localizado na última colouna, ao lado direito, do Blog COQUETECLANDO!Aproveite para conhecer a história do evento que é muito bacana (mas na época não foi tão bacana assim né Maranhão?)!

caipiroska-de-absolut-2.jpg  

    Já a nossa gloriosa caipirinha, que tem como principal componente a inigualável, única e especialíssima cachaça,(falaremos sobre nossa estimadíssima bebida em outras postagens com mais detalhes) sofre com a ausência de padronização em seu preparo, nos mais diversos bares brasileiros.

    Mas vamos falar de coisas boas, afinal, a origem do nome de nosso coquetel número um é muito interessante!curupira.jpg  

    Imagine-se na época de Monteiro Lobato, (que me perdoem as crianças do Sítio do Pica-Pau Amarelo) onde os caipiras (nome originado do termo indígena “caipora” para designar os habitantes do campo de antigamente) tomavam aguardente com rodelas de limão e açúcar. Como todo bom brasileiro, às vezes nossos Jecas Tatus passavam um pouco do ponto, se é que vocês me entendem.

    Pois então…não é que no caminho de volta pra casa (ou de acordo com o nível etílico, algo parecido com caminho) o efeito das incontáveis “biritas” faziam aparecer no imaginário dos nossos amigos da campo diversos “Curupirinhas” (pesquise Curupira, termo do folclore brasileiro) ?

Curupirinhas, logo, Caipirinha, captou?

POR ISSO, VIVA A FEIJOADA, VIVA A CAIPIRINHA E VIVA O BRASIL!

E VIVA MONTEIRO LOBATO TAMBÉM NÉ PÔ!

Até o próximo post amigos!

GOSTOU DO BLOG? DETESTOU O BLOG? DEIXE SUAS CRÍTICAS, ELOGIOS E COMENTÁRIOS!

« Novas postagens